segunda-feira, 6 de agosto de 2018

A INFLUÊNCIA DAS CORES




Muitas vezes ficamos cheios de dúvidas de qual cor usar em um determinado ambiente, por não saber se vai ficar bonito ou não. Mas a escolha da cor não deve limitar-se somente ao aspecto estético e sim ao fato da influência que ela exerce na nossa emoção e razão.
É claro que a cor tem muito a ver com nossas preferências pessoais e até nossas diferenças culturais. No entanto, muitos estudos já chegaram a conclusão que as cores estimulam nosso cérebro de muitas maneiras diferentes. Se as cores forem usadas da forma correta estimulam áreas do cérebro que podem promover as mais diversas sensações.
Sabendo quais sensações cada cor causa, fica mais fácil decidir qual aplicar em cada ambiente. Confira, segundo a psicologia das cores as principais sensações causadas pelas cores:

Branco: Transmite limpeza e frescor e é ótima para ambientes pequenos, pois sugere a sensação de amplitude no ambiente.
Ambiente ideal: Casa inteira, principalmente nas paredes.

Lilás/Roxo: O tom mais voltado para o roxo transmite espiritualidade e o lilás mais suave proporciona calma.
Ambiente ideal: quartos crianças, cantos de espiritualidade e templos.

Azul: Transmite calma e tranquilidade, o uso único da cor pode causar monotonia, por isso é importante combiná-las com outras cores.
Ambiente ideal: Quartos de casal e infantil e consultórios.

Verde: Sugere calma, frescor, equilíbrio e lembra a natureza.
Ambiente ideal: Hospitais, consultórios, quartos em geral.

Amarelo: Cor vibrante, alegre e que estimula a criatividade. Em superfícies grandes pode causar cansaço.
Ambiente ideal: Áreas de estudos e salas.

Laranja: Cor acolhedora e quente, estimula e abre o apetite. É muito acolhedora e quente.
Ambiente ideal: Cozinhas, restaurantes e salas de jantar.

Vermelho: Sugere virilidade, agitação, exotismo e glamour. Em excesso pode provocar excitação e nervosismo.
Ambiente ideal: Quartos de casais, restaurantes, cozinhas, salas de jantar.

Preto: Sugere nobreza e elegância, cuidado com pessoas que apresentam depressão, ambientes escuros e sombrios, estimulam essa patologia. O ideal é usar em pequenos detalhes:

Ambiente ideal: Em pequenos detalhes pode ser usada em qualquer ambiente.



Agora que você já sabe a influência e estímulos que as cores causam, observe a personalidade de cada pessoa que vive naquele ambiente e use as cores de acordo com os desejos da pessoa.
Uma dica para quem tem medo de exagerar é aplicar cores mais neutras em grandes superfícies como paredes por exemplo e as outras cores em detalhes, como almofadas, cortinas, objetos de decoração etc. Combinar cores quentes com cores frias pode trazer mais conforto e aconchego.
No geral, se informe sobre as cores que estão em alta, mas sempre se atentando as preferências dos usuários.

Créditos:  Designer de Interiores Elida Lacerda 

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terça-feira, 15 de maio de 2018

A VEZ DAS MINICASAS

Em um mundo cada vez mais sem fronteiras em que empregos e moradia são transitórios, ganha força a valorização do desapego como estilo de vida. Muito em breve, o mínimo pode ser tudo de que você precisa em uma casa




Em 2050 seremos 9.6 bilhões de habitantes no planeta Terra. Foi isso o que previu um relatório feito pela ONU em 2013. O maior crescimento populacional deve acontecer nos países desenvolvidos. E quando o assunto é o espaço em que vivemos, cenários como esse apontam para mudanças importantes. Ainda que exista a perspectiva de um adensamento verticalizado nos grandes centros, a probabilidade de que isso acarrete em metragens menores é uma hipótese a se considerar (apartamentos compactos já são quase metade dos lançamentos em São Paulo), tanto pelo fato de os espaços disponíveis serem escassos e caros, quanto pelo anseio de toda uma geração por uma vida com mais mobilidade e praticidade. Entra em cena como solução urbana o que parecia ser um projeto distante: minicasas em muitos formatos possíveis.

Essa solução de design urbano já começa a fazer parte da paisagem de grandes metrópoles mundo afora, com projetos distintos de construção compacta que se apresentam como uma solução para jovens e novas famílias fugirem dos assustadores financiamentos de 30 anos — isso não quer dizer que ter uma minicasa seja barato, mas a estrutura simplificada em muitos sentidos torna esse anseio pela casa própria uma possibilidade concreta, mesmo que isso envolva uma moradia construída sobre rodas (que libera o comprador de pagar por um pedaço de terra). O movimento tem muitos adeptos nos Estados Unidos, uma cultura já bem familiarizada com a ideia de viver em trailers ou motorhomes. “É um movimento que vai ganhar força sobretudo nas grandes capitais, onde o custo de vida é altíssimo”, conta a semioticista Janiene Santos, que mora há três anos no Missouri, EUA


A metragem em si, por mais desafiador que pareça morar em 18 m², não é a grande surpresa do movimento de valorização das minicasas. Muita gente mundo afora habita espaços minúsculos em diferentes contextos, por necessidade ou por opção. Os projetos recentes revelam o papel imprescindível e inovador do design ao pensarmos a otimização do espaço em que vivemos.

Fonte - Revista Casa e Jardim 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

APLICATIVO DE REALIDADE AUMENTADA

APLICATIVO DE REALIDADE AUMENTADA PERMITE QUE USUÁRIOS ESCOLHAM MÓVEIS PELO CELULAR

Novidade foi possível graças a nova atualização do iOS, da Apple. Alguns aplicativos já utilizam o sistema. Confira

Após a nova atualização do iOS da Apple para a versão 11, a tecnologia de realidade aumentada deu mais um passo e está mais próxima aos clientes da marca. Agora, diversos aplicativos podem aproveitar a câmera do celular e sensores disponíveis para utilizar a novidade.

É o caso do aplicativo Ikea Place, da loja de móveis internacional Ikea, que permite que os clientes escolham os mobiliários sem sair de casa. Funciona assim: com a câmera do celular, o usuário escaneia o espaço, e é possível testar as diversas possibilidades de lugares para a peça.


fonte:Casa e Jardim